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Eco/Tech

Brasil desenvolve tecnologia inédita com fibra de carbono de baixo custo


Foto: Divulgação - 31/07/2013






O Brasil desenvolveu uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto as comercializadas no mercado internacional, informa a Agência Brasil de notícias. A pesquisa, uma parceria entre o Exército Brasileiro e a Petrobras, utiliza o piche de petróleo para a produção do material. Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística, a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência.

A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos Estados Unidos, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço elevado, entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo do produto faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e o alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o seu uso em larga escala.

“Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$ 15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explica o major, ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os veículos com peças de aço.

A nova tecnologia também é muito útil na fabricação de equipamentos e armamentos, além de peças para viaturas leves militares. As fibras de carbono estão presentes atualmente em vários produtos, como em bicicletas, celulares, laptops e outros itens.

A produção em escala industrial do material ainda está em estudo pela Petrobras.

 



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O Brasil desenvolveu uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto as comercializadas no mercado internacional, informa a Agência Brasil de notícias. A pesquisa, uma parceria entre o Exército Brasileiro e a Petrobras, utiliza o piche de petróleo para a produção do material. Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística, a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência.

A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos Estados Unidos, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço elevado, entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo do produto faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e o alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o seu uso em larga escala.

“Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$ 15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explica o major, ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os veículos com peças de aço.

A nova tecnologia também é muito útil na fabricação de equipamentos e armamentos, além de peças para viaturas leves militares. As fibras de carbono estão presentes atualmente em vários produtos, como em bicicletas, celulares, laptops e outros itens.

A produção em escala industrial do material ainda está em estudo pela Petrobras.

 


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